segunda-feira, 24 de junho de 2013

Um sonho inesquecível

     Um dia minha mãe me disse:
     - Filha, arrume suas malas, pois eu ganhei uma viagem para você, seu pai e eu.
     Eu pulei de alegria  e perguntei:
     - Mas pra onde, mãe?
     - Para a praia - disse ela.
     Então já fui pegando meu boné, biquini e protetor. Enquanto minha mãe ligava para o meu pai que já estava saindo do trabalho.
     Quando ele chegou foi logo pegando suas coisas e fomos para a rodoviária.
     Chegando lá, meu pai deu a passagem para o moço e ele disse:
     - O segundo ônibus. É melhor vocês correrem, pois ele já está saindo.
     Corremos igual foguete, entramos no ônibus e eu praticamente desmaiei de tanto sono.
     Quando eu acordei, estavámos em um hotel quase pronta para ir à praia. O sol batia em meu rosto e eu corri para o mar. Abri olho e tudo era um sonho. Mas um sonho inesquecível.

Natália Pereira dos Santos  -  6º ano C

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Meu cachorro zumbi

Eu tenho um cão peludo, branco com olhos vermelhos. Eu não sei por que todo mundo acha que ele vira zumbi. À noite quando vamos dormir sempre ouvimos barulho parecido com panela caindo no chão.
Certa vez acordei e vi meu cão virando zumbi. Eu gritei minha mãe e ela veio e viu o cachorro normal.
- Vá dormir, minha filha.
- Mas mãe, o Rex está parecendo um zumbi!
- Que nada, minha filha! É só impressão sua. Vá dormir, vai.
Eu sei que no outro dia, minha mãe o levou para o orfanato de cães e eu nunca mais o vi.

Autora: Kawana - 6º ano A

Um encontro emocionante
Eu adorava ir ao shopping que ficava na minha cidade e certo dia aconteceu um encontro emocionante entre mim e um garoto que conheci no prezinho.
Eu estava tomando sorvete no shopping e ele apareceu do nada. Logo o reconheci e o chamei. Surpreso comigo me deu um abraço. Então o chamei para tomar sorvete, ele me olhou assustado, mas aceitou o convite.
Quando estávamos conversando, uma menina descontrolada o puxou e lhe deu um tapa na sua cara e, saiu chorando.
Ele me contou que era sua ex-namorada, mas que pensava que ainda mandava nele. Também me falou que não gostava mais dela e veio até minha cidade para me pedir em namoro.
Eu aceitei, é claro. E nós dois tentamos acalmar a menina e ajudá-la.

Autora: Luana S. Oliveira - 6º ano A

A Drª. do Little "Salvando os animais"

Eu sou Mili, adoro os animais. Estou fazendo faculdade e vou me formar "Dra do Little". Eu tenho uma amiga que não sai de perto de mim, somos amigas inseparáveis, o nome dela é Pacha. Estamos indo para a floresta, observar os animais. Pacha é mais nova, ela vai se formar em veterinária.
Quando chegamos à floresta, havia alguns animais brincando; chegamos mais perto para ver que animais eram aqueles. Pacha foi atingida na cabeça por um cocô de pombo e ficou furiosa, enquanto eu admirava a paisagem com muitas andorinhas, tico-ticos, azulões e tzius, muitos animais que nem eu conheço.
Ela me chamou para irmos no fundo da floresta, lá tinha um filhote de lobo com um espinho de lobo na pata, tentei acalmá-lo e minha amiga tirou o espinho de sua pata. Mas uma onça vinha em nossa direção e saímos correndo. Ela estava nos alcançando, quando um guarda com um jipe e uma espingarda apareceu e atirou na direção da onça. Pacha, desesperada, entrou na frente da onça e o tiro acertou nela e ela desmaiou com tranquilizante no traseiro. O guarda perguntou o nosso endereço e Pacha teve que dormir em minha casa.

Autora: Loruama Lopes da Silva - 6º ano A

Uma viagem emocionante



Um dia importante foi 1° de maio de 2013, eu acordei bem cedo, umas 2:00 da madrugada e, então me troquei, tomei banho e fui ao ponto de ônibus. Mas por algum motivo o ônibus não queria chegar, esperei muito tempo e finalmente ele chegou, estava atrasado.

Ele parou na minha frente. “Caramba”, isso foi uma grande coincidência. Então entrei e o motorista dirigiu até outros pontos de ônibus para pegar outras pessoas.

Quando cheguei na entrada da cidade, achei que íamos chegar logo. Era em Tatuí, próximo a São Paulo, íamos visitar uma gráfica. Então fiquei esperando, mas não chegava.
Acabei cochilando, o capitão me acordou e disse que ia parar. Achei que tinha chegado, mas era uma parada de banheiro e comida.
Depois de um tempo, voltei ao ônibus e agora sim fomos para gráfica. Cochilei de novo e finalmente cheguei à gráfica.
Lá me diverti muito, mas na hora de ir embora o Chico foi tomar água e não voltava e comecei a reclamar. Depois de alguns minutos que pareciam intermináveis finalmente ele voltou e fomos embora.
No caminho o motorista se perdeu e depois de muita procura, ele finalmente encontrou uma estrada a Ibitinga e fomos para casa felizes com a viagem.



Autor: Vinicius Martins de Freitas - 6º ano A

O aniversário inesquecível


Meu nome é Carlos, hoje é meu aniversário de 12 anos, estou muito feliz, pois vou ganhar o presente que eu tanto queria, um passeio de jatinho com o meu pai e a minha mãe .

Às 14:00 horas, minha mãe vai me chamar, para irmos até a pista em que o jato vai decolar, e pousar. Então eu vou tomar banho, vestir a roupa, calçar o sapato e pentear o cabelo, para às 14:00 horas estar pronto.

Meus pais vieram me chamar para nós irmos ao passeio, sairemos daqui de casa de carro, iremos demorar mais ou menos uma hora no máximo para chegar até lá, passaremos pela casa de boneca, que é uma casa muito linda, nessa casa moram duas meninas que parecem bonecas.

Agora acabamos de chegar, o piloto foi pegar o jato, quando ele voltar, ou seja, ele já está voltando, vamos entrar e levantar voo.

O jato já chegou eu sou o primeiro a entrar, minha mãe é a segunda e meu pai o último.

Quando o jato levanta voo, dá um friozinho na barriga, mas logo passa, passei por toda a cidade, mas logo o passeio acaba e nós voltamos para casa.
Eu pedi para o meu pai me levar novamente para andar de jatinho. Ele falou que vai me levar no meu próximo aniversário, agora eu vou dormir, sonhando com isso.

Autora: Gilvania - 6º ano A




Os ingressos perdidos

Um dia de aniversário, ganhei dois ingressos para um parque de diversões e resolvi levar meu primo, e lá fomos nós.
Quando chegamos ao parque, tinha um policial que verificava os ingressos que estavam na entrada e, eu como sou muito burro, esqueci onde tinha guardado os ingressos. Mas meu primo teve uma ideia.
Pegamos algumas pedras e tacamos no carro do policial até que disparou o alarme. Enquanto o policial estava ocupado com o carro, entramos de fininho. Mas quando entramos mais um problema: como iríamos brincar nos brinquedos se precisava dos ingressos? Tinha de 2 a 4 policiais em cada brinquedo.
Tentamos entrar na montanha russa sem sermos percebidos, mas os guardas jogaram eu e meu primo no chão e não nos deixaram entrar. Tentamos no carrinho de bate-bate, mas ficamos novamente no chão pensando o que fazer.
Tentamos entrar em quase todos os brinquedos, mas ficamos parecendo dois monstros de sujeira de tanto nos jogarem no chão.
Quando estávamos quase saindo do parque, lembrei que tinha guardado os ingressos dentro do tênis para não esquecer...

Autor: Lucas Bueno - 6º ano D