quinta-feira, 20 de junho de 2013

O sortudo, 1º lugar

Um dia na escola eu recebi um papel que dizia que iria ocorrer uma corrida com prêmios. Quando cheguei em casa, mostrei o papel para minha mãe e então ela disse:

- Não vai dar para ir!

- Mas, mas...

- Nada disso! Não posso te levar; vou ao médico!

- Sua chata!

- Olha o palavreado! Cala a boca moleque!

Ela deu um tapa na minha boca; só caiu uns dentes. Mas eu iria de qualquer jeito.

O dia chegou, acordei bem cedo, ansioso para a hora da corrida. Nesse dia esperei minha mãe sair e fui andando até o festival.

Ao chegar lá, avistei a multidão e fiquei bobão, meio tenso; mas iria começar a corrida e fiquei na posição. Autorizaram a partida e então todos saíram correndo.

Na metade da corrida, o meu cachorro chamado Bruce, correu atrás dos garotos e eles abandonaram a corrida, mas eu não.

Então ganhei o festival em 1º lugar. Deu um trabalhão! Cheguei em casa e levei um safanão. Apesar de tudo, esse dia foi muito bom.

Autor: Vinícius dos Santos Maia - 6º ano C



Nosso presente de aniversário
Logo faremos aniversário, eu e minha irmã gêmea. Pensamos muito em que pedir de presente para nossos pais e resolvemos pedir um pônei para cada uma, mas nossos pais não queriam dar. Pedimos, pedimos, mas não nos deram.
Ficamos doentes, nossos pais sem saber o que fazer, alugaram os pôneis para ver se continuaríamos com essa ideia. Brincamos com eles e nos divertimos, mas não os queríamos mais.
Fomos comprar presentes e compramos dois cachorrinhos iguaizinhos, um para cada uma de nós e dois peixinhos, é claro que do mesmo jeito.
Nem nos lembramos mais do pôneis e aprendemos que nem sempre tudo é como a gente quer.
Autora: Emily Cristina Mendes Tamborlin - 6º ano B
O cachorro



Certo dia eu estava passeando com meus amigos na calçada quando um cachorro aparece. Ficamos com medo, mas quando nos aproximamos dele, vi que ele estava muito magro e com a pata enroscada num pedaço de fio. Ficamos com muito dó dele.
Fui até minha casa e peguei um pouco de carne que tinha sobrado do almoço. Contei para minha vizinha e ela disse que ia pegar um pouco de ração. Fomos até onde tínhamos encontrado o cachorro, desenroscamos o cachorro daquele arame velho e demos comida para ele.
O coitado estava comendo tão depressa que quando acabou, demos água para ele. E um dos meus amigos o adotou e agora ele está bem mais forte, saudável e mais feliz.
Autor: Tiago - 6º ano B

modos verbais

Existem três modos verbais: indicativo, subjuntivo e imperativo
* Modo indicativo – Por quê?
Esse modo diz respeito a um processo, uma ação – tidos como reais, verdadeiros. Vamos observar alguns exemplos:
Patrícia gosta de passear.
Temos que o verbo gostar está conjugado no tempo presente do modo indicativo.
O passeio foi inesquecível.
Agora o verbo se encontra conjugado no pretérito perfeito do modo indicativo, ou seja, fazendo referência a algo que já ocorreu.
* Modo subjuntivo – Qual a razão por ser assim denominado?
O modo subjuntivo é aquele em que não há uma certeza se a ação verbal irá acontecer ou não, ou seja, ela pode realmente se efetivar, dependendo do desejo do emissor (a pessoa que fala), ou não. Observe os exemplos que seguem:
Se eu ganhasse aquele presente ficaria muito feliz.
Percebemos que o emissor não tem a certeza se realmente irá ganhar o presente ou não. Assim sendo, dizemos que o verbo ganhar se encontra conjugado no pretérito perfeito do modo subjuntivo.
Espero que você seja para sempre meu amigo.
Aqui temos um desejo revelado pelo emissor: que uma determinada pessoa continue para sempre sendo amigo dele (a). Dessa forma, podemos afirmar que o verbo ser está conjugado no tempo presente do modo indicativo.
* Modo imperativo – Por que “imperativo”?
O modo imperativo se caracteriza por uma ordem, um pedido ou até mesmo um conselho. Que tal conferirmos alguns casos?
Meu filho, vá até ao quarto e traga as fotografias.
Notamos que se trata de uma ordem dada ao filho. Nesse sentido, dizemos que o verbo ir se encontra no imperativo afirmativo.
Filho, tenha bastante cuidado ao atravessar a rua.
Nesse caso, trata-se de um conselho dado ao filho, no sentido de ele ser sempre cuidadoso. Sendo assim, afirmamos que o verbo ter está conjugado no modo imperativo afirmativo.

Por Vânia Duarte
Graduada em Letras

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Denotação e conotação


 O que é isso???


Nos textos literários nem sempre a linguagem apresenta um único sentido, aquele apresentado pelo dicionário. Empregadas em alguns contextos, elas ganham novos sentidos, figurados, carregados de valores afetivos ou sociais.
Quando a palavra é utilizada com seu sentido comum (o que aparece no dicionário) dizemos que foi empregada denotativamente.
Quando é utilizada com um sentido diferente daquele que lhe é comum, dizemos que foi empregada conotativamente. Este recurso é muito explorado na Literatura.

A linguagem conotativa não é exclusiva da literatura, ela é empregada em letras de música, anúncios publicitários, conversas do dia a dia, etc.

Observe um trecho da canção “Dois rios”, de Samuel Rosa, Lô Borges e Nando Reis. Note a caracterização do sol: ele foi empregado conotativamente.

O sol é o pé e a mão
O sol é a mãe e o pai
Dissolve a escuridão

O sol se põe se vai
E após se pôr
O sol renasce no Japão
...
Que os braços sentem
E os olhos veem
Que os lábios sejam
Dois rios inteiros
Sem direção

Que os braços sentem
E os olhos veem
Que os lábios beijam
Dois rios inteiros
Sem direção

Note que a expressão “dois rios inteiros” também foi empregada conotativamente e compõe um dos elementos básicos para a interpretação da letra.
Por Marina Cabral
Especialista em Língua Portuguesa e Literatura
Equipe Brasil Escola

quarta-feira, 5 de junho de 2013

A leitura após certa idade distrai excessivamente o espírito humano das suas reflexões criadoras. Todo o homem que lê de mais e usa o cérebro de menos adquire a preguiça de pensar.
 Albert Einstein

A leitura...

Viajar pela leitura 


 Viajar pela leitura
 sem rumo, sem intenção. 
Só para viver a aventura 
que é ter um livro nas mãos. 
É uma pena que só saiba disso
 quem gosta de ler. 
Experimente! Assim sem compromisso,
  você vai me entender. 
Mergulhe de cabeça na imaginação! 

Clarice Pacheco